João Marques de Almeida, in Diário Económico
terça-feira, 30 de setembro de 2008
sábado, 27 de setembro de 2008
Depois da tempestade...vem a desesperança!
Lamentável,foi a posição que o Ministério do Ensino Superior teve em relação à recente notícia de irregularidades nos certificados de equivalência ao 12º ano de que alguns alunos de colégios internacionais beneficiaram.Recusa qualquer responsabilidade , mas não nega ter tido conhecimento de que as notas que estava a receber do Ministério da Educação (ME), e a ingressar no concurso nacional do ensino superior, tinham sido calculadas com base numa proposta de lei que nunca esteve em vigor. António Mourão, director-geral do Ensino Superior disse "desconhecer quaisquer problemas neste processo".
Na página da Direcção-Geral do Ensino Superior(DGES) é lembrado que "a competência para a emissão de equivalências pertence exclusivamente, e por força da lei, aos serviços do ME" daí que todo e qualquer esclarecimento sobre o processo remete, portanto, ao Ministério da Educação. No entanto, a DGES confirma também que foi informada a 3 de Setembro pela Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGCIDC), o serviço do ME responsável pelos diplomas de equivalência dos planos de estudo estrangeiros, de que "os cálculos das classificações das equivalências das habilitações obtidas pelos alunos nas escolas estrangeiras sedidas em Portugal foram efectuadas com base na proposta" de portaria que não estava aprovada. A 10 de Setembro teve conhecimento de que a portaria não ia ser publicada, e que por isso, não podia ser aplicada. Dias depois conheciam-se os resultados da 1ª fase de candidaturas e, na necessidade urgente de uma tomada de decisão perante a situação ilegal, a DGES decidiu "manter em concurso as candidaturas associadas aos certificados de equivalência" e pensou corrigir "eventuais irregularidades numa fase posterior ao concurso nacional de acesso ao ensino superior."Correcções estas que vao pôr em causa as ilegais colocações destes alunos libertando-as para colocações justas.
Parece que,mais uma vez, a culpa morrerá solteira!
Posto isto, o que há a acrescentar? Que alguém mais (além dos alunos) beneficiava ou beneficiou com a camuflagem que o Ministério do Ensino Superior tentou esconder com esta situação ou que temos um sistema educativo incompetente e frágil que não é sequer capaz de seguir as leis?
Seria mais um malabarismo para que ninguém percebesse o mau estado de "saúde" educativa que a senhora ministra da Educação teima em contrariar? Terei de concordar, se pensou que esta situação ficaria péssima ao lado dos brilhantes números apresentados pelo ME face às actuais vicissitudes de aprovações, de aproveitamento e de candidaturas do ensino português.
até breve...
Delícias...
"Pj pondera hipótese de Maddie nunca ter existido
Na mesma semana em que o “24” adiantava que a PJ estará a equacionar a hipótese de Maddie ter sido vendida pelos próprios pais, para saldar dívidas, o “Público” garantiu que a PJ está a ponderar a hipótese da pequena Maddie ter sido morta no apartamento por um intruso que, depois, transportou o corpo e o escondeu. “Quer o ‘Público’ quer o ’24 Horas’ têm razão”, explicou Alípio Monteiro ao IP. “Neste momento, a PJ não coloca nenhuma hipótese de lado. Temos dois inspectores, por exemplo, a estudar a hipótese de Maddie ser, na realidade, a trisneta da princesa Anastasia Romanov, que não teria morrido em 1917, e ter sido sequestrada por um agente ex-KGB, o mesmo que envenenou o Litvinenko, porque a facção ligada ao Kasparov, ao Gusinsky e ao Khodorkovsky estariam a tentar fazer da pequena Madeleine Romanov um símbolo da oposição ao Putin, sendo os McCann, na realidade, ex-agentes dissidentes da FSB, o que explicaria o controlo das emoções que evidenciam. E também temos, pelo sim pelo não, um agente a seguir a possibilidade da pequena Maddie ser na realidade a filha proscrita que o John Wayne, que apenas gostava de mulheres latinas, teve com a Jane Mansfield, a bomba sexual loura. Como disse, nesta altura do campeonato, está tudo em aberto”, concluiu o director da PJ. • VE"
"Exames nacionais não são fáceis, críticos é que optam por resoluções simplistas
Facilitismo, tem sido a palavra usada sempre que o tema são os exames nacionais deste ano. Mas o problema não são os enunciados demasiados fáceis, mas sim uma mentalidade retrógrada e simplista que falha em chegar ao âmago das questões e desenvolvimentos implícitos. Alguns exemplos. “O João tem cinco laranjas e comeu duas. Com quantas laranjas ficou o João?” Resposta simplista: 3 Resposta dentro das expectativas contemporâneas: “Ocorre actualmente uma procura crescente por alimentos, principalmente oriunda dos países asiáticos emergentes, que inflacionam os mercados internacionais. Este factor real, associado a uma componente psicológica colada à galopada do petróleo e à incerteza quanto à evolução da crise hipotecária americana, coloca pressão nos géneros alimentares. Se o João tinha cinco laranjas, uma quantidade irrazoável para consumo pessoal, e anunciou ter ingerido duas, possivelmente não o fez. Apenas criou no mercado a percepção da escassez de laranjas, para inflacionar artificialmente o seu preço. Sendo o João um especulador, no final ficou sem nenhuma laranja, já que terá vendido a totalidade pelo preço de 20 laranjas na semana passada”. DM
saboreiem mais em :http://static.publico.clix.pt/ipaniversario/
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
E mais asneirada...
sábado, 20 de setembro de 2008
Mais precariedade no trabalho?Tão devagar não se vai longe...
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